Friday, February 1, 2019

Moisés


Chefes de Mês do Calendário Positivista 
Primeiro Mês do Calendário Positivista.

Moisés - Da terceira geração do século XV antes da era cristã, é o representante supremo da Pura Teocracia Inicial, bem como, da Teocracia Egípcia, cujo sacerdócio pertencia, como da Teocracia Monoteísta da Judéia que ele foi o encarregado de constituir com o povo Hebreu.

 Estabelecido no Egito por intercessão lendária de José, e que conservava a tradição do Deus de Abraão. 

Ele expressa a teocracia pura.

 É o grande pai e comandante de seu povo.

Todos os Deuses dos velhos teocratas são substituídos, por um só, que se chamou Jeová. Este Deus terrível fez aliança unicamente com o povo Judeu, ao qual o prometeu a vitoria sobre todos os inimigos; tanto que ele se conformara das prescrições do Decálogo - isto é, dos 10 mandamentos da Lei de Deus.

Moisés converteu o Deus da família de Abraão, no Deus do Povo de Israel.

Os intérpretes desse Deus, como Sacerdotes, foram seus ministros, como Juizes, unido assim a autoridade espiritual à ordem temporal (ESTADO).

Toda a Moral pessoal domestica e social se consignou na Lei de Moisés.

O Dogma monoteísta, a que haviam chegado aos Sacerdotes egípcios, muitos séculos antes dos filósofos gregos, Moisés o transformou em Culto de Deus, e assim houve um povo, o de Israel, que aprendeu a amar e a temer a Deus.

Mas esta população nômade, toda fetichista, ainda não tinha a sua inteligência, grandemente desenvolvida, para compreender e aceitar um Deus abstrato, por isso ela voltava constantemente à idolatria; o que o tornou um povo sedentário, agricultor e guerreiro.

Foi após uns 600 anos, lá pelo final do século IX A.C., que encontramos a religião criada por Moisés, definitivamente enraizada na forma de raciocinar do povo de Israel, isto é, dentro do espirito do povo judeu. ( Lá pela época em que ocorreu a Cisão dos Judeus - Judá e Israel )

A pura doutrina de Moisés pregava que tudo se acaba neste mundo, na própria Terra, isto é, sobre a Terra, recebendo a sua recompensa ou a sua punição, e não se espera nada além da morte, no que se refere as pessoas e seus descendentes.

Mais tarde, no entanto, os Judeus sob a dominação dos Persas, foram influenciados, pela ideia de ressurreição dos corpos; ideia esta que teve origem do Mazdeísmo ou Religião Zoroastra - personagem lendária, que foi para os Persas, o fundador de uma religião derivada dos Vedas de Manou (ou religião Védica primitiva dos Hindus), como o Bramanismo sendo uma religião derivada dos habitantes que habitavam o a margem do Gange.

Esta religião chamada de Mazdeismo ou religião de Mages, tem Mazda como um Deus Supremo, que se move na Natureza com base em dois princípios opostos: O Bem ou Ormuz, Deus da Vida, e o mal, Ahriman Deus da Morte. A Bíblia de Zoroastre, redigida em língua zend, é conhecida por Zend-Avesta.

Esta ideia de ressurreição dos corpos consiste em crer que os corpos, possuindo eles mesmos uma existência legal, pura, honesta etc, recuperará em um determinado dia, a sua vitalidade inicial, e retornará sobre a Terra, para ganhar a felicidade eterna.

Por isto, promete esta fase da religião judaica, a cada um dos seus adeptos, como fez Moisés, que a pessoa será recompensada durante a vida objetiva, ou nas pessoas que são seus descendentes, que também gozarão destas vantagens; bem como depois que a experiência da vida tenha feito desaparecer, toda a ilusão desta ‘época, no que tange ao Verdadeiro ou verídico, a respeito da ressurreição, quando todos os homens receberão a justiça, que eles merecem.

Finalmente, a Seita Judaica dos Fariseus, sob a dominação grega, admite a Imortalidade da Alma (vida), ideia que se imputa ao filosofo Platão. O Cristianismo, mais a frente, se esforça, em consolidar a ideia grega da alma-imortal, com a ideia judaica de ressurreição dos mortos (Le Grand Types de la Humanité por M. P. Laffitte - T1,pag 196).

Esse Deus de Moisés foi o que São Paulo transformou em Deus Universal, de Judeus e Gentios, e que para ser mais amado que temido, se encarnou na natureza humana e se sacrificou por ela, na pessoa de Jesus Cristo

O Deus de São Paulo não foi o Deus de um povo, como o de Moisés, senão o Deus da Igreja, associação intermediária entre a Pátria e a Humanidade.

O deus dos Judeus é mais do Povo que o Deus dos Cristão 

Graças a Moisés e a São Paulo, a Teocracia Egípcia chegou a ser a Venerável Mãe da civilização ocidental.

Até Moisés, ocorreu a maximização do abandono do lado fetichista, que possuía a religião espontânea; comum a todos os povos. 

Por outro lado, vieram surgindo (inspiradas) as religiões antigas; e com estas, surgiram uma serie de religiões reveladoras, que com a evolução da Humanidade, atingirá finalmente uma única religião, a Religião da Humanidade, que os positivistas comungam que é uma religião de dogma demonstrável, de culto objetivo e subjetivo; com um regime Sociocrático ou o adaptados as condições de hoje em dia, no regime SOCIETOCRÁTICO REPUBLICANO – Altruísta/ egoísta, pacifico/guerreiro, industrial e trabalhista - Capitalista Policiado; tendo o Amor por Principio, e a Ordem( Patronal) por Base; O Progresso(Proletário) por Objetivo.

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