Tuesday, June 10, 2014

ABORTO

Prezados Senhores  Senadores e Deputados da República Federativa do Brasil.

Solicito que este meu e-mail seja enviado a todos os Senadores e Deputados.

Por favor, seria muito útil para a sociedade brasileira, se os Senhores tomassem conhecimento do livro -  Aborto Sim ou Não?  de João Araújo - Editora Verbo, que relata detalhadamente o que ocorre nos USA, com esta prática, do aborto, que é realmente terrível. Não ganho nada com esta indicação.

Vou realçar alguns tópicos para que os Senhores possam adquirir tal livro e se interarem mais detalhadamente desta barbaridade.


                O livro se divide em quatro partes:

1)     analisa as principais idéias relacionadas ao aborto.  A questão é ensinada e debatida nas mais prestigiadas universidades do mundo, onde existem dezenas de teses de doutorado sobre o assunto; algumas dos mais especialistas nesta área, externam seus pensamentos, pelo qual é natural pensar que haja idéias. Por isso há                            necessidade de as expor.

2)     Na segunda parte trata-se a realidade do aborto. Abortar é fazer algo, não é discutir ou discorrer em abstrato.

3) Na terceira fase reúnem-se e analisam-se aqueles "slogans", que foram julgados mais representativos. Já não se discutem idéias nem a realidades; mas simples estribilhos que as pessoas lançam a esmo; na defesa de sua oposição. Embora os slogans não envolvam dados de valor, discuti-los tornou-se fucal, em nosso pais onde já se que  esqueceram as Idéias, esqueceram a realidade e se limitam a um punhado de estribilhos repetidos até por grupos                         sociais.   
           4) Na última parte, alguns textos institucionais portugueses são analisados. Uns pareceres sobre                         diagnóstico pré-natal; dois acordos sobre aborto, e por fim as perguntas colocadas aos portugueses                 no referendo de 28 de junho de 1998.

            O livro tem 188 paginas. Vou passar as últimas três páginas que é a Conclusão.

 O aborto vai voltar a ser proibido, nos U.S.. Esta é a única certeza dentro desta tamanha confusão”.

             O aborto é um desastre para a saúde física, e todos os anos surgem novos artigos científicos revelando efeitos até então desconhecidos. A situação é de tal forma grave, que muitos dos principais ativistas do direito à vida, afirmam que para acabar com o aborto legal, basta revelar os efeitos que este tem sobre a saúde.
       
            Os efeitos sobre a saúde mental são ainda mais terríveis. Há até quem admita que nenhuma mulher consegue escapar às perturbações mentais, que se seguem a um aborto. Uma das reações adversas, das mais sinistras; consiste na mulher que abortou tentar levar outras mulheres a abortar...Se eu não me posso limpar, ao menos que todas fiquemos sujas...Isto tudo é terrível e só se pode apelar às mulheres, para que se abstenham deste horror.
           
            Os efeitos sobre os filhos e sobre os pais, quando não deseja o aborto, são muito sério, para que se possa conviver com o aborto.

            Se o bebê pode ser morto, pelas razões do ato do aborto, porque não pode ser usado em experiências; por que não podem ser os seus órgãos retirados; pó que não pó ser gerado por um fim único de ser doador de órgãos. E se tudo isso choca, porque o bebê não é esse nada; esse vegetal ou esse tumor que os defensores do aborto pretendem. E pior agora as mulheres irão vender o bebê para fornecer células tronco.

            O aborto legal deixa as mulheres completamente a mercê de todo o tipo de pressão.Podem ser obrigadas a abortar sob chantagem afetiva; os homens sentem desresponsabilizados porque se a mulher não abortou, foi porque não quis. Podem ser pressionadas a abortar sob pena de perder o emprego; podem ser pressionadas a abortar por questões de herança, etc. É um mar de possibilidades negras, que o aborto legal põe ao serviço dos novos esclavagistas.

            Os médicos retiram-se do aborto deixando-o à escória da profissão. Isto é tão certa, a falta de abortadores qualificados é tão grande, que depois de se legalizar o aborto nos USA, para acabar com o aborto clandestino, a grande luta das forças pró-aborto, neste momento, é conseguir a legalização do aborto feito por qualquer um.

            As deserções dos grupos pró-aborto são diárias. Ainda que não houvesse defensores do direito à vida, o grupo pró-aborto extinguir-se-ia, por que só conjuntamente as pessoas se unem em torno da morte, do egoísmo e da miséria; e muitos poucos em torno do altruísmo. A única questão em aberto é saber quantas crianças a mais terão que morrer, antes que a cegueira, esta cegueira periódica que ataca os homens, que atacou os esclavagistas, que atacou os nazistas, se desvaneça e todos possam ver o aborto como realmente é: a maior abominação da história.

Do ponto de vista teórico o aborto não tem fundamento. Não é possível defender e nem justificar prazos, não é possível mostrar que o aborto é aceitável; nem é possível impedir que a marcha da morte colha mais e mais classe de pessoas. Se se pode matar um bebê bonito, barato e potencialmente útil; por que não se pode mata um velho feio, senil, caro, chato e sem futuro? Ma todos nós seremos um dia este velho; e se a cultura da morte continuar a ganhar terreno haveremos de morrer enterrados: em cada familiar veremos um inimigo, em cada médico um assassino. O médico que aceita dinheiro para matar bebês, aceitará dinheiro para matar velhos.

O aborto mantém-se graças a muita mentira e desonestidade. Vimos como foi legalizado em alguns paises, e a baixa política que rodeou o processo em Portugal é conhecida de todos. Mas se o aborto fosse bom, se fosse justo, se fosse o futuro necessário, por que seria preciso recorrer a tanta desonestidade?

Todo o processo é demasiado parecido com a mentira e o egoísmo que rodearam a escravatura e o nazismo. Uma classe de seres humanos arroga-se senhora dos direitos e da vida de uma outra classe, sem que para isso consiga alinhavar as duas idéias com nexo. Para escravizar foi dito que os negros não eram pessoas; para se matar judeus, foi dito que os judeus não eram pessoas; para se abortar é dito que os Bebês não são pessoas. Por isso ao se matar dentro do ventre da mãe, não há problema; desde de que aborte um morto.

Com o advento de novas técnicas de visionamento da vida intra-uterina, com a vulgarização de imagens cada vez mais perfeitas de bebês n ao nascidos, com o hábito de gravar ecografias precoces, tudo se conjugara para que a forma fetal seja cada vez mais familiar e para que o bebê, antes de nascer seja visto como aquilo que é: um Ser Humano em desenvolvimento, tal como cada um de nós.

Como pode a posição abortista ser boa, se bastam duas fotografias de bebês abortados, para gelar o sangue de qualquer pessoa. Pó que os defensores do aborto não as mostram? Será que é por ser demasiado horrível para ser visto e tolerado?

 Parafraseando M. Luther King, a lei não pode obrigar ninguém amar uma criança, mas pode fazer com que a respeitem... O tempo suficiente para que ela possa ser entregue, a que sabe, o valor da generosidade, do amor e da vida.

O país que primeiro proibiu a pena de morte para culpados, tem agora a oportunidade de proibir a pena para inocentes (Portugal). Este é o futuro certo: seria lamentável que ali chegássemos atrasados ““.

É valido registrar neste documento, para aqueles que não vão ter tempo de ler o livro, um capítulo, que tem por título, ABORTADA E VIVA.

O aborto mata, uma vez que é este o objetivo declarado do abortador. No entanto muitas das vezes a técnica falha; e o bebê nasce vivo.

Nos USA, em média todos os dias há uma criança que se tentou abortar e nasceu viva.

E sabemos que o número de abortos que se faz no mundo é 30 vezes maior que o número de abortos nos USA; por isso é natural pensar que todos os dias há trinta crianças que se quis abortar, mas nasceram vivas. Em geral estas crianças nascem estropiadas e/ou tão novas que é impossível salvá-las (ainda que isso fosse tentado). Contudo, algumas sobrevivem mesmo chegando, inclusive – pasme-se! – a ser pessoas. Segue-se o depoimento de uma menina abortada.

     “ O meu nome é Gianna Jessen e tenho 19 anos. Nasci na Califórnia, mas atualmente vivo no Tennessee.

            Fui abortada e tenho paralisia cerebral. A minha mãe verdadeira tinha 17 anos estava grávida de sete meses e meio, quando, decidiu fazer um aborto por solução salina. Eu sou a pessoa que ela abortou. Mas em vez de morrer sobrevivi.

            Felizmente para mim, o abortador não estava na clínica quando eu nasci com vida; pelas seis horas da manhã de seis de abril de 1977. Eu fui precoce: a minha morte não estava prevista para antes de 9 horas, no momento em que o abortador deveria começar a trabalhar. Tenho certeza que não estaria aqui hoje, no caso do abortador estivesse na clínica; uma vez que o seu trabalho é de matar, não é de salvar.

            Muitas pessoas que presenciaram o meu nascimento: a minha mãe e outras mocinhas bem jovens que estavam na clínica à espera que os seus bebês morressem. Segundo me disseram o meu nascimento foi um momento de histeria. Por perto andava uma enfermeira, que tomou iniciativa de chamar a emergência médica e eles me transferiram para um hospital.

           Ali fiquei, mais ou menos três meses. No princípio não havia muita esperança, pois eu pesava somente 900 gramas.  Hoje já sobreviveram bebês menores do que eu.

            Uma vez um médico me disse que eu tinha um grande desejo de viver e que eu lutei muito pela minha vida.Acabei por sobreviver e sai do hospital sendo entregue a uma ama. A minha paralisia cerebral foi atribuída ao aborto.

Disseram à minha ama que era muito duvidoso que eu viesse a engatinhar ou andar. Eu não conseguia sentar sem ajuda.

Graças às orações e à dedicação de minha ama, e mais tarde de muitas outras pessoas, acabei de aprender sentar sozinha, a engatinhar e ficar de pé. Comecei andar com muletas, pouco antes dos 4 anos. Fui legalmente adotada pela filha de minha ama, Diana De Paul, alguns meses depois de começar a andar. O Department of Social Services, não permitia que eu fosse adotada antes disso.

Continuei a minha fisioterapia devido a minha deficiência depois de 4 intervenções cirúrgicas, posso andar sem ajuda. Nem sempre é fácil. A verdade é que ainda algumas vezes caio, embora depois de cair por 19 anos, aprendi a cair graciosamente.

ESTOU CONTENTE POR ESTAR VIVA. QUASE MORRI.

Todo o dia agradece a DEUS, por estar viva.

Eu não me considero um subproduto da concepção, uma massa de tecidos, ou um qualquer dos títulos que se dão às crianças que ainda não nasceram. Eu não considero que as pessoas concebidas sejam alguma dessas coisas.

Conheci outras pessoas que sobreviveram a um aborto. Todas estão felizes com a vida.

Há alguns meses atrás conheci outra menina que sobreviveu a um aborto de solução salina. Chama-se Sara. Tem dois anos e também tem paralisia cerebral, mas seu diagnóstico é reservado. Ela é cega e tem muitas cicatrizes. O abortador além de injetar a solução salina no útero da mãe também injetou no bebê. A Sara foi injetada na cabeça. Eu pude ver em que partes da cabeça lhe deram as injeções.

Quando falo faço-o não somente por mim, mas por todos os outros sobreviventes, com a Sara, e por aqueles que ainda não podem falar...

Hoje um Bebê só é Bebê quando vem na altura certa.Quando a altura não é certa, é considerado aqui em minha pátria nos USA, como um monte de tecido ou outra coisa qualquer.

Um bebê é um Bebê quando um aborto espontâneo ocorre aos 2, 3 ou 4 meses. Por que é isso assim? Eu não vejo nenhuma diferença. Que diferença os Senhores vêem? Muitos fecham os olhos...

PARA DEFENDER A VIDA A MELHOR COISA QUE EU LHES POSSO MOSTRAR É A MINHA VIDA. É UM GRANDE DOM.  MATAR  NÃO É NENHUMA SOLUÇÃO PARA NENHUM PROBLEMA OU SITUAÇÃO. MOSTREM-ME QUE MATAR É A SOLUÇÃO.

HÁ UMA CITAÇÃO NO TOPO DE UM DOS EDIFÍCIOS DO CAPITÓLIO QUE DIZ:

“Aquilo que é Moralmente errado não pode ser politicamente certo”.


O Aborto é Moralmente errado. O Nosso País (USA) está a verter o sangue dos inocentes.  Os USA está a matar seu futuro.

Toda vida tem valor. Toda vida é um dom do nosso Criador.

Temos que cuidar os dons que nos foram dados, e por isso, temos que honrar o direito da Vida.”.
Este depoimento foi feito perante a Constitution Subcommittee of the House Judiciary Committee, em 22 de abril de 1996.

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POR FAVOR, REPASSEM A TODOS OS SENADORES E DEPUTADOS.

Saúde, com Respeito e Fraternidade





  

   


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