Friday, March 16, 2018

Join the Our Revolution Membership Call

de:Our Revolutioninfo@ourrevolution.com
responder a:info@ourrevolution.com
para:Paulo Augusto Lacaz <sccbesme.humanidade@gmail.com>
data:16 de março de 2018 18:50
assunto:Join the Our Revolution Membership Call
enviado por:bounce.bluestatedigital.com
assinado por:ourrevolution.com

Our Revolution

Paulo Augusto,

This month's membership call will feature three incredible women on Our Revolution's Board. RSVP below for next Wednesday's Our Revolution membership call:

RSPV

We will be joined by Our Revolution President Nina Turner and Our Revolution Board Members Catalina Velasquez and Lucy Flores.

We look forward to speaking with you next Wednesday, March 21 at 9 p.m. EST/6 p.m. PST.

In solidarity,

The Team at Our Revolution
PAID FOR BY OUR REVOLUTION
PO Box 66208
WASHINGTON, DC, 20035

Not authorized by any candidate or candidate committee. Our Revolution is a 501(c)(4) organization. Donations to Our Revolution are not deductible as charitable contributions for Federal income tax purposes. All donations are made to support Our Revolution’s general mission and are not designated for any specific activity.
PO Box 66208, Washington, DC 20035
This email was sent to sccbesme.humanidade@gmail.com. If you need to update or change your information or email address, click here to update your info. Email is one of the most important tools we have to reach supporters like you, but you can let us know if you'd like to receive fewer emails. We'd hate to see you go, but if you need to do so, click here to ---- Help us continue transforming American politics and fighting for progressive candidates and causes by contributing to Our Revolution here.

VALORIZAÇÃO DA 1ªINFÂNCIA


Ao Excelentíssimo Senhor
Desembargador DrClaudio de Mello Tavares
Corregedor-Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro.
Av. Erasmo Braga, nº  115
Lâmina I – 8º  andar- sala 825
CEP: 20020-903

Excelentíssimo Senhor,
Corregedor-Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

      Primeiramente desejo agradecer por ter caído no grau de confiança de V. Exa., no ato franco de ter-me fornecido  o cartão de visita, para poder externar meus estudos sobre o tema tratado no Evento da EMERJem 05/03/2018, referente à  II SEMANA DE VALORIZAÇÃO DA 1ªINFÂNCIA, objetivando de minha parte à procura das soluções para minimizar as causas destes tipos de problemas humanos; pois os participantes profissionais do Evento estavam dignamente no acerto de soluções de forma a corrigir os efeitos danosos da Educação dos Sentimentos apregoados hoje em dia. Onde somente se preocupam com os Direitos dos protagonistas se esquecendo das LEIS NATURAIS DOS DEVERES, que provocam  a subordinação dos sentimentos altruístas ao sentimentos egoístas;favorecendo a subordinação da Sociabilidade à Personalidade.
Aproveito o ensejo para apresentar a ONG SCCBESME HUMANIDADE, de uma forma substancializada por meio de uma correspondência enviada a um Órgão da ONU – National Ethical Service, que nos consultou solicitando, o que nós mais precisamos ($)  – Incrível! Mas é Verdade. Aproveitamos e geramos o link   http://sccbesme-humanidade.blogspot.com.br/2017/12/national-ethical-service-sccbesme.html dando uma ideia geral do que se trata esta Organização Sem Fins Lucrativos.
Voltando ao tema segue um artigo de forma Sistemática na Aplicação Prática ou Tecnológica da Ciência Moral Teórica Positiva, onde são abordados os DEVERES, para podermos  encontrar os sustentáculos dos parâmetros dos nossos objetivos.  http://sccbesme-humanidade.blogspot.com.br/2018/03/a-ciencia-sociologia-positiva.html
Esperando ter colaborado, permaneço às ordens, desejando-lhe
Saúde, com Respeito e Fraternidade (SRF)
   Paulo Augusto Lacaz
     Presidente – CEO
SCCBESME HUMANIDADE

 
Nota: Vou pesquisar e provavelmente enviarei mais material sobre o tema.

Monday, March 12, 2018

The Tyranny of Big Corporations Only Increases

CHOMSKY: NEOLIBERALISM ASSAULTED THE WORLD 40 YEARS AGO!
https://www.youtube.com/watch?v=KpxTIX0JrRA
Noam Chomsky
Add caption
       Até Orwell se assombraria com o neolibelismo hoje (na foto, Chomsky em seu novo escritório, no Departamento de Linguística da Universidade do Arizona) - Crédito: Apu Gomes)
De Jan Martínez Ahrens, no El País:
Noam Chomsky (Filadélfia, 1928) superou faz tempo as barreiras da vaidade. Não fala de sua vida privada, não usa celular e em um tempo onde abunda o líquido e até o gasoso, ele representa o sólido. Foi detido por opor-se à Guerra do Vietnã, figurou na lista negra de Richard Nixon, apoiou a publicação dos Papéis do Pentágono e denunciou a guerra suja de Ronald Reagan. Ao longo de 60 anos, não há luta que ele não tenha travado. Defende tanto a causa curda como o combate à mudança climática. Tanto aparece em uma manifestação do Occupy Movement como apoia os imigrantes sem documentos.

Mergulhado na agitação permanente, o jovem que nos anos cinquenta deslumbrou o mundo com a gramática gerativa e seus universais, longe de descansar sobre as glórias do filósofo, optou pelo movimento contínuo. Não se importou com que o acusassem de antiamericano ou extremista. Sempre seguiu em frente com valentia, enfrentando os demônios do capitalismo − sejam os grandes bancos, os conglomerados militares ou Donald Trump. À prova de fogo, sua última obra volta a confirmar sua tenacidade. Em Réquiem para o sonho americano (editora Bertrand Brasil), ele põe no papel as teses expostas no documentário homônimo e denuncia a obscena concentração de riqueza e poder que exibem as democracias ocidentais. O resultado são 192 páginas de Chomsky em estado puro. Vibrante e claro.
Preparado para o ataque.
— O senhor se considera um radical?
— Todos consideramos a nós mesmos moderados e razoáveis.
— Defina-se ideologicamente.
— Acredito que toda autoridade tem de se justificar. Que toda hierarquia é ilegítima enquanto não demonstrar o contrário. Às vezes pode se justificar, mas na maioria das vezes, não. E isso... isso é anarquismo.
Uma luz seca envolve Chomsky. Depois de 60 anos dando aulas no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), o professor veio viver nos confins do deserto de Sonora, no Arizona. Em Tucson, a mais de 4.200 quilômetros de Boston, ele se instalou e estreou um escritório no Departamento de Linguística da Universidade do Arizona. O centro é um dos poucos pontos verdes dessa cidade abrasadora. Freixos, salgueiros, palmeiras e nogueiras crescem em torno de um edifício de tijolos vermelhos de 1904 onde tudo fica pequeno, mas tudo é acolhedor. Pelas paredes há fotos de alunos sorridentes, mapas das populações indígenas, estudos de fonética, cartazes de atos culturais e, no fundo do corredor, à direita, o escritório do maior linguista vivo.
O lugar não tem nada a ver com o espaço inovador do Frank Gehry que o abrigava em Boston. Aqui, mal cabe uma mesa de trabalho e outra para sentar-se com dois ou três alunos. Recém-estreado, o escritório de um dos acadêmicos mais citados do século XX ainda não tem livros próprios, e seu principal ponto de atenção recai em duas janelas que inundam a sala de âmbar. Chomsky, de calças jeans e longos cabelos brancos, gosta dessa atmosfera calorosa. A luz do deserto foi um dos motivos que o levaram a se mudar para Tucson. “É seca e clara”, comenta. Sua voz é grave e ele deixa que se perca nos meandros de cada resposta. Gosta de falar longamente. Pressa não é com ele.
Pergunta. Vivemos uma época de desencanto?
Resposta. Já faz 40 anos que o neoliberalismo, liderado por Ronald Reagan e Margaret Thatcher, assaltou o mundo. E isso teve um efeito. A concentração aguda de riqueza em mãos privadas veio acompanhada de uma perda do poder da população geral. As pessoas se sentem menos representadas e levam uma vida precária, com trabalhos cada vez piores. O resultado é uma mistura de aborrecimento, medo e escapismo. Já não se confia nem nos próprios fatos. Há quem chama isso de populismo, mas na verdade é descrédito das instituições.

P. E assim surgem as fake news (os boatos)?
R. A desilusão com as estruturas institucionais levou a um ponto em que as pessoas já não acreditam nos fatos. Se você não confia em ninguém, por que tem de confiar nos fatos? Se ninguém faz nada por mim, por que tenho de acreditar em alguém?

P. Nem mesmo nos veículos de comunicação?
R. A maioria está servindo aos interesses de Trump.

P. Mas há alguns muito críticos, como The New York TimesThe Washington Post, CNN…
R. Olhe a televisão e as primeiras páginas dos jornais. Não há nada mais que Trump, Trump, Trump. A mídia caiu na estratégia traçada por Trump. Todo dia ele lhes dá um estímulo ou uma mentira para se manter sob os holofotes e ser o centro da atenção. Enquanto isso, o flanco selvagem dos republicanos vai desenvolvendo sua política de extrema direita, cortando direitos dos trabalhadores e abandonando a luta contra a mudança climática, que é precisamente aquilo que pode acabar com todos nós.

P. O senhor vê em Trump um risco para a democracia?
R. Representa um perigo grave. Liberou de forma consciente e deliberada ondas de racismo, xenofobia e sexismo que estavam latentes, mas que ninguém tinha legitimado.

P. Ele voltará a ganhar?
R. É possível, se conseguir retardar o efeito letal de suas políticas. É um demagogo e showman consumado que sabe como manter ativa sua base de adoradores. Também joga a seu favor o fato de que os democratas estão mergulhados na confusão e podem não ser capazes de apresentar um programa convincente.

P. Continua apoiando o senador democrata Bernie Sanders?
R. É um homem decente. Usa o termo socialista, mas nele significa mais um New Deal democrata. Suas propostas, de fato, não seriam estranhas a Eisenhower[presidente dos EUA pelo Partido Republicano de 1953 a 1961]. Seu sucesso, mais que o de Trump, foi a verdadeira surpresa das eleições de 2016. Pela primeira vez em um século houve alguém que esteve a ponto de ser candidato sem apoio das corporações nem dos veículos de comunicação, só com o apoio popular.

P. Houve um deslizamento para a direita do espectro político?
R. Na elite do espectro político sim, ocorreu esse deslizamento, mas não na população em geral. Desde os anos oitenta se vive uma ruptura entre o que as pessoas desejam e as políticas públicas. É fácil ver isso no caso dos impostos. As pesquisas mostram que a maioria quer impostos mais altos para os ricos. Mas isso nunca se leva a cabo. Frente a isso se promoveu a ideia de que reduzir impostos traz vantagens para todos e que o Estado é o inimigo. Mas quem se beneficia da reduzir [verbas para] estradas,hospitais, água limpa e ar respirável?

P. Então o neoliberalismo triunfou?
R. O neoliberalismo existe, mas só para os pobres. O mercado livre é para eles, não para nós. Essa é a história do capitalismo. As grandes corporações empreenderam a luta de classes, são autênticos marxistas, mas com os valores invertidos. Os princípios do livre mercado são ótimos para ser aplicados aos pobres, mas os muito ricos são protegidos. As grandes indústrias de energia recebem subvenções de centenas de milhões de dólares, a economia de alta tecnologia se beneficia das pesquisas públicas de décadas anteriores, as entidades financeiras obtêm ajuda maciça depois de afundar… Todas elas vivem com um seguro: são consideradas muito grandes para cair e são resgatadas se têm problemas. No fim das contas, os impostos servem para subvencionar essas entidades e com elas, os ricos e poderosos. Mas além disso se diz à população que o Estado é o problema e se reduz seu campo de ação. E o que ocorre? Seu espaço é ocupado pelo poder privado, e a tirania das grandes corporações fica cada vez maior.

P. O que o senhor descreve soa a Orwell.
R. Até Orwell estaria assombrado. Vivemos a ficção de que o mercado é maravilhoso porque nos dizem que está composto por consumidores informados que adotam decisões racionais. Mas basta ligar a televisão e ver os anúncios: procuram informar o consumidor para que tome decisões racionais? Ou procuram enganar? Pensemos, por exemplo, nos anúncios de carros. Oferecem dados sobre suas características? Apresentam informes realizados por entidades independentes? Porque isso sim que geraria consumidores informados capazes de tomar decisões racionais. Em vez disso, o que vemos é um carro voando, pilotado por um ator famoso. Tentam prejudicar o mercado. As empresas não querem mercados livres, querem mercados cativos. De outra forma, colapsariam.

P. Diante dessa situação, não é muito fraca a contestação social?
R. Há muitos movimentos populares muito ativos, mas não se presta atenção neles porque as elites não querem que se aceite o fato de que a democracia pode funcionar. Isso é perigoso para elas. Pode ameaçar seu poder. O melhor é impor uma visão que diz a você que o Estado é seu inimigo e que você tem de fazer o que puder sozinho.

P. Trump usa frequentemente o termo antiamericano. Como o senhor entende esse termo?
R. Os Estados Unidos são o único país onde, por criticar o Governo, te chamam de antiamericano. E isso representa um controle ideológico, acendendo fogueiras patrióticas por toda parte.

P. Em alguns lugares da Europa também ocorre isso.
R. Mas nada comparável ao que ocorre aqui, não há outro país onde se vejam tantas bandeiras.

P. O senhor teme o nacionalismo?
R. Depende. Se significa estar interessado em sua cultura local, é bom. Mas se for uma arma contra outros, sabemos aonde pode conduzir, já vimos e experimentamos isso.
P. Acha possível que se repita o que ocorreu nos anos trinta?
R. A situação se deteriorou. Depois da eleição de Barack Obama se desencadeou uma reação racista de enorme virulência, com campanhas que negavam sua cidadania e identificavam o presidente negro com o anticristo. Houve muitas manifestações de ódio. No entanto, os EUA não são a República de Weimar[democracia alemã anterior ao nazismo]. Precisamos estar preocupados, mas as probabilidades de que se repita algo assim não são altas.

P. Seu livro começa lembrando a Grande Depressão, uma época em que “tudo estava pior que agora, mas havia um sentimento de que tudo iria melhorar”.
R. Eu me lembro perfeitamente. Minha família era de classe trabalhadora, estava desempregada e não tinha educação. Objetivamente, era uma época muito pior que agora, mas havia um sentimento de que todos estávamos juntos naquilo. Havia um presidente compreensivo com o sofrimento, os sindicatos estavam organizados, havia movimentos populares… Tinha-se a ideia de que juntos podíamos vencer a crise. E isso se perdeu. Agora vivemos a sensação de que estamos sozinhos, de que não há nada a fazer, de que o Estado está contra nós…

P. Ainda tem esperanças?
R. Claro que há esperança. Ainda há movimentos populares, gente disposta a lutar… As oportunidades estão aí, a questão é se somos capazes de aproveitá-las.

Chomsky termina com um sorriso. Deixa vibrando no ar sua voz grave e se despede com extrema cortesia. Em seguida, sai do escritório e desce as escadas da faculdade. Fora, esperam-lhe Tucson e a luz seca do deserto de Sonora.

Friday, March 9, 2018

TRINTA ANOS DA CARTA DAS MULHERES AOS CONSTITUINTES – DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Ao
Desembargador Dr. Caetano Ernesto da Fonseca Costa.
Diretor Geral do Centro de Estudos e Debates – Direitos Humanos da EMERJ.
Rua Dom Manuel, 25
Centro, Rio de Janeiro - RJ
CEP: 20010-090
Tel.: (21) 3133 3369

ASSUNTO: Evento: TRINTA ANOS DA CARTA DAS MULHERES AOS CONSTITUINTESDIA INTERNACIONAL DA MULHER. http://www.ibdfam.org.br/eventos/1319/Trinta+Anos+da+Carta+das+Mulheres+aos+Constituintes

Excelentíssimo Senhor,
Desembargador da Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

     Primeiramente desejo agradecer à Vossa gentileza em ter me atendido, quando do termino da apresentação da Mesa, em uma sala ao lado, quando lhe entreguei meu cartão de visita e proferi algumas palavras, para justificar minhas intenções.

Aproveito o ensejo para apresentar a ONG SCCBESME HUMANIDADE, de uma forma substancializada por meio de uma correspondência enviada a um Órgão da ONU – National Ethical Service, que nos consultou solicitando, o que nós mais precisamos ($)  – Incrível! Mas é Verdade. Aproveitamos e geramos o link   http://sccbesme-humanidade.blogspot.com.br/2017/12/national-ethical-service-sccbesme.html dando uma ideia geral do que se trata esta Organização Sem Fins Lucrativos. Muitas sugestões são utópicas, mas com certeza jamais serão quiméricas.

Voltando ao tema, segue um artigo de forma Sistemática na Aplicação Prática ou Tecnológica da Ciência Moral Teórica Positiva, onde são abordados os DEVERES, para podermos  encontrar os sustentáculos dos parâmetros dos nossos objetivos.  http://sccbesme-humanidade.blogspot.com.br/2018/03/a-ciencia-sociologia-positiva.html

Segue um artigo com base na Ciência Moral Positiva que esclarece o Ser Mulher – queiram elas ou não - http://palacazgrandesartigos.blogspot.com.br/2015/09/womens-equality-day-2015.html 

São pelas desigualdades que ocorrem as Uniões, para atingirmos uma Doutrina e consolidarmos uma Continuidade.

Igualdade somente de oportunidades, por meio do Mérito ( Capacidade, Competência e Altruísmo) -  

"Não se trata de guerra de sexos, e sim de oportunidades iguais", diz a juíza Adriana Ramos de Mello, em evento sobre os direitos das Mulheres, na EMERJ.


Devemos alertar também para que sejam definidos  melhor os DEVERES das Mulheres. 

Acompanha agora alguns temas referentes aos assuntos correlatos:

·       Responsabilidade das Religiões
·         Aos Psiquiatras, Neurologistas, Psicólogos e Sociólogos.  http://www.doutrinadahumanidade.com/artigos/aos_psiquiatras.htm

·         Separação do Estado das Igrejas. – Neste assunto o Judiciário está atuando como Sacerdotal – procurando aplicar o Direito com poucos  DEVERES – Função esta que deveria ser das Igrejas e não de um Órgão do ESTADO. Mas neste momento é muito válido. Porque as  Igrejas só têm pensado no Reino dos Céus, se esquecendo de fazer o Bem Social no Reino da Terra. 
                                http://www.laicidade.org/wp-content/uploads/2007/01/revista-autor-2005-12.pdf

·         Temas relacionados aos Direitos Humanos e Capitalismo
Já tivemos Direitos Divinos  na Idade Média e foi Terrível. Devemos nos dedicar a conhecer também os DEVERES HUMANOS  ( Deveres Individuais; Deveres Domésticos; Deveres Patrióticos; Ocidentais; Orientais e Planetários)

  Sem mais para momento, permaneço às ordens, desejando-lhe,

  Saúde, com Respeito e Fraternidade (SRF)

   Paulo Augusto Lacaz
     Presidente – CEO
SCCBESME HUMANIDADE

.PS: Solicito a gentileza de fazer chegar esta correspondência aos participantes da Mesa:
1)      – Desembargador Dr. Ricardo Rodrigues Cardoso
2)      – Juíza de Direito Dra. Adriana Ramos de Mello.
3)      -  Dra. Anna Maria Rattes.
4)      – Dra. Jacqueline Pitanguy.
5)      – Dra Sílvia Pimentel.
6) - Também as duas Senhoras Juizas, que esatão na Foto, sentadas nas extremidades da Mesa, que infelizmente não possuo o nome.  


Saturday, March 3, 2018

An issue of grave consequence that affects the lives of millions of Americans

de:Bernie Sandersinfo@berniesanders.com
responder a:info@berniesanders.com
para:Paulo Lacaz <sccbesme.humanidade@gmail.com>
data:7 de fevereiro de 2018 21:08
assunto:An issue of grave consequence that affects the lives of millions of Americans
enviado por:bounce.bluestatedigital.com
assinado por:berniesanders.com

Friends of Bernie Sanders

Paulo -

I am writing you about an issue of grave consequence that affects the lives of millions of Americans and greatly impacts our democracy - namely the continued federal prohibition on marijuana and the need for reform of our criminal justice system.

As you know, a number of states (including my state of Vermont) have decriminalized or legalized the possession, use, and sale of marijuana in recent years. Under the Obama Administration, the Justice Department took no action against these states or the people in those states. However, the Trump Administration has taken a very different stance with Attorney General Jeff Sessions threatening to prosecute. That would be a huge mistake and move us in exactly the wrong direction.

Here's why:
Millions of Americans have had their lives impacted by the federal prohibition on marijuana - arrests, convictions and even jail time. Even when people don't go to jail, the criminal record they receive makes it harder for them to find a job, get housing or go to college. Is this a widespread problem? It sure is. In 2016 alone, over half a million people were arrested for marijuana possession.

These harmful impacts are felt far more acutely in communities of color and poor communities because enforcement of marijuana laws is much stricter there than in more affluent, white communities. Incredibly, African Americans are four times more likely to be arrested for marijuana even though marijuana usage rates are basically the same across racial lines.

Of course, marijuana prohibition is part of a larger failed war on drugs that has led to the great national crisis of mass incarceration. Some 1.5 million people were arrested for a drug-related offense in 2016 - over 80 percent of which were for possession alone. We need to stop criminalizing addiction. We need to stop criminalizing recreational marijuana use.

The criminal justice system is not the answer to drug abuse.

 Addiction is a health problem and we should start treating it that way. While communities all across the country lack adequate resources for treatment or prevention, we are spending approximately $50 billion a year on the war on drugs. That's absurd. We need to get our priorities right.

And that starts with making our voices heard:

This so-called war on drugs has led us to have over 2 million people in prison - disproportionately poor and from communities of color. Our incarceration rate is the highest in the world - higher even than authoritarian countries like China, Saudi Arabia, and Russia.

Further, what is not often discussed is how the war on drugs and mass incarceration is impacting the essence of our democracy. People with felony convictions cannot vote in many states. Today, for that reason alone, over 6 million Americans are denied access to the ballot.

Uneven enforcement and the fact that people of color receive longer sentences for the same offenses than white defendants means more felony convictions in those communities. And that means - surprise, surprise - fewer voters.

In other words, the war on drugs is robbing those minority and lower income communities of their political power. In Florida, Kentucky and Tennessee over 20 percent of voting-age African Americans are disenfranchised because of felony convictions. It's not too hard to figure out what's going on here. The communities most impacted by these policies are systematically stripped of their ability in our democratic system to politically fight back.

Why hasn't something been done to fix this problem? You know the reason. The sad truth is that some politicians benefit from people not being able to vote. All too often these are the same politicians who are trying to disenfranchise voters in other ways, such as restrictive voter ID laws or extreme gerrymandering.

This has got to change.

We need the highest voter turnout in the world, not the highest incarceration rate. We need to provide treatment for people with substance abuse problems, not lock them up.

As a first step, we need to remove marijuana from Category 1 of the federal Controlled Substances Act where it is currently ranked alongside drugs like heroin. In fact, marijuana is classified more harshly than cocaine. That doesn't make any sense.

Let's have states decide the issue of marijuana for themselves like they do with alcohol. More and more states are moving in the direction of decriminalization. Let them make those decisions without federal interference.

Let's invest in the prevention and treatment of substance abuse.

Let's reform our criminal laws and take other steps to dismantle mass incarceration. Among other steps forward we need to ban private prisons and create new federal policing standards.

Let's restore the voting rights of all Americans.

If you share my goal of making these important reforms please sign this petition:


In Solidarity,
Bernie Sanders
 Paid for by Friends of Bernie Sanders
PO BOX 391, Burlington, VT 05402
This email was sent to sccbesme.humanidade@gmail.com. If you need to update or change your information or email address, click here to update your info. Email is one of the most important tools we have to reach supporters like you, but you can let us know if you'd like to receive fewer emails. We'd hate to see you go, but if you need to do so, 

Wednesday, February 28, 2018

APRESENTAÇÃO DA SCCBESME HUMANIDADE

   Prezados Amigos e Colegas 

   Resolvi registrar uma série de links, para melhor substancializar os objetivos da SCCBESME HUMANIDADE. 

NÃO SOMOS COMUNISTAS, NEM NAZISTAS E NEM FASCISTAS, MAS O REGIME DEMOCRÁTICO ESTÁ COM SEUS DIAS CONTADOS. https://www.youtube.com/watch?v=XsmpLllrdWs

MAS DEMOCRACIA ENTRA COMO NOÇÃO LIBERDADE DE EXPRESSÃO E RESPONSABILIDADE SOCIAL PELE CIDADÃO E PELAS MÍDIAS

MAS SOMOS CAPITALISTAS POLICIADOS.

    Primeiramente não desejo que ninguém seja Positivista. O Positivismo entra como apoio básico as NOVAS IDEIAS, dentro do contexto contemporâneo, no que diz respeito  a Harmonia Social e a formação Moral e Ética da Sociedade Brasileira.
Vamos lá:
   Segue uma correspondência enviada a um Órgão da ONU – National Ethical Service, que nos consultou solicitando, o que nós precisamos o ($)  – Incrível mas é Verdade. Aproveitamos e geramos o link    http://sccbesme-humanidade.blogspot.com.br/2017/12/national-ethical-service-sccbesme.html
   Para melhor entendimento segue minha palestra de base filosófica e de ordem prática no Campo do Regime Político, mais adequado a nossa Nação. 
  Como comentam os Caboclos Brasileiros – “ Não adianta trocar os  Porcos (99% dos Políticos + 70% dos Magistrados e 70% da Cúpula das FFAA) se o Chiqueiro ( Regime Político Atual) permanecer o mesmo” – 
   Vamos trocar a Democracia já exaurida, https://www.youtube.com/watch?v=XsmpLllrdWs  pela Societocracia Republicana alterando a conjuntura e a estrutura do Estado; por eleição Societocrática para eleger Novos Políticos; mantendo um Capitalismo Policiado, com base em uma política Econômica Keynesiana, com o Banco Central NÃO Privatizado, bem como outras ações paralelas e simultâneas terão que se  tomadas. http://societocratic-political-regime.blogspot.com.br/2017/09/comunismo-democracia-e-societocracia.html - http://societocratic-political-regime.blogspot.com.br/2017/09/precisa-se-de-projeto-politico-para-o.html - http://societocratic-political-regime.blogspot.com.br/2015/11/vamos-criar-civilizacao-brasileira.html principalmente no Judiciário.
Quando fazer?  E como  fazer? Abordaremos depois.
É Utópico, mas jamais quimérico.
Palestra Conteúdo:
Propaganda da Palestra:
LISTAGEM DE MUITOS TRABALHOS REALIZADOS E DE TERCEIROS QUE MERECERAM CONSIDERAÇÃO.
Sem mais par o momento, desejo-lhes,

Saúde, com respeito e Fraternidade,

Presidente - CEO
SCCBESME HUMANIDADE